I Simpósio Internacional de Sustentabilidade Socioambiental
27/08

Evento ocorreu de maneira online, das 9h às 19h, e tratou dos Aspectos Fundamentais para o Registro das Florestas Publicas no Brasil Agenda 2030 e Emergência Climática

A Rede Ambiental e de Responsabilidade Social dos Notários e Registradores (RARES-NR) promoveu no dia 27 de agosto de 2021 o I Simpósio Internacional de Sustentabilidade Socioambiental: Aspectos Fundamentais para o Registro das Florestas Publicas no Brasil Agenda 2030 e Emergência Climática. As inscrições foram gratuitas.

A abertura do Simpósio ocorreu às 9h, com a participação de Rogério Bacellar, presidente do Conselho Superior da Escola Nacional de Notários e Registradores (ENNOR) e da Rede Ambiental e de Responsabilidade Social (RARES) e presidente da Confederação de Notários e Registradores (CNR); Germano Carvalho Toscano de Brito, vice-presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR); o ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ); Flávia Pessoa, conselheira do CNJ e coordenadora da Agenda 2030, ministra Tereza Cristina; do Ministério da Agricultura, Maristela Baioni, representante da ONU; Raquel Dodge, representante do Ministério Público Federal e Maria Tereza Uille Gomes, ex-conselheira do CNJ e coordenadora do Núcleo de Sustentabilidade do STJ.

Das 10h às 11h30, foi realizado o painel “O Papel do Extrajudicial para a Governança das Florestas Públicas – Indicadores para Integração de Cadastros Administrativos e Registros Públicos”, com a participação de Marina Grossi, presidente da CEBDS; Geraldo José da Camara Ferreira de Melo Filho, presidente do INCRA; Cárita Sampaio, secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU); Pedro Alves Correa Neto, diretor Geral do Serviço Florestal Brasileiro e José Arimatéia Barbosa, vice-presidente do IRIB.

“As Estatísticas Nacionais do Extrajudicial – O Desafio da Integração Nacional de Matrículas Intercartoriais”, foi o tema do painel da 11h30 às 13h. Participam do debate, Marcus Lívio Gomes, juiz auxiliar da Presidência do CNJ; a desembargadora portuguesa Paula Pott, – ponto de contato da Rede Judiciaria Europeia; Eduardo Rios Neto, presidente do IBGE e Patrícia Ferraz, diretora da CNR.

Das 14h às 15h30, foi debatido o “Acordo de Paris e a Importância dos Cartórios Extrajudiciais – 4ª Comunicação Nacional do Brasil à Unfccc – Convenção Quadro das Nações Unidas Sobre Mudança do Clima, com o desembargador Paulo Velten, presidente do Colégio de Corregedores Gerais de Justiça (TJMA); Yann Duzert, pós-Doutor no MIT-Harvard Public Disputes Program e professor de Mestrado na França; Claudio Almeida, coordenador do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Flaviano Galhardo, diretor da RARES e vice-presidente do ONR.

Já das 16h às 17h30, foram tratadas as “Ações de Sustentabilidade Social e Ambiental pelos Registros Públicos e Tabelionatos – Provimento CNJ 85 sobre Agenda 2030 da ONU”, com Alexandre Chini, juiz auxiliar do STJ; Tiricia Navarro Xavier Cabral, juíza auxiliar da Presidência do CNJ; Liz Resende, juíza da Corregedoria de Interiores da Bahia; Ketlin Feitosa, coordenadora do Núcleo de Sustentabilidade do STJ; Jordan Fabrício Martins, presidente do IRIB e Giselle Barros, presidente do CNB.

O evento se encerrou às 18h, com a palestra magna ministrada por Rogerio Portugal Bacellar, presidente do Conselho Superior da Rares e por Mauro Campbell, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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